PROFESSORA DE NATAÇÃO GERA REVOLTA ENTRE PAIS COM MÉTODO PRO BEBÊ NÃO AFOGAR

By 21/12/2017Diversos, Filhos, Saúde

Roxanne Turner, da Austrália, mostrou sua técnica para evitar que seu bebê se afogue, mas esse método gerou grande polêmica. Ela postou em sua rede social do Facebook um vídeo da professora de natação, Daria, colocando seu filho Max de nove meses na piscina.

A professora Daria coloca o bebê na piscina primeiro com a cabeça e depois o restante do corpo, ela deixa o bebê solto na piscina virado para baixo er só depois alguns segundos o pequeno consegue se virar. Confira na seqüência de fotos abaixo.

Roxanne explicou o método, dizendo: “Eu entendo porque as pessoas ficaram chocadas, mas minha filha foi a aulas para evitar afogamentos de segunda a sexta por 10 minutos por dia para conseguir flutuar deste jeito”, explicou a mãe.

Este método pode ser muito perigoso e pode  causar o afogamento real do bebê.

Orientação dada pela Academia Americana de Pediatria é que na aula de natação o do bebê não deve ficar com a cabeça embaixo da água. Porque quando o bebê fica com a cabeça embaixo da água, como ocorreu no vídeo, há um grande risco dele engolir água e sofrer um afogamento secundário.

O afogamento secundário é quando a criança inala água e vai parar no pulmão. Isto acontece quando a criança está se afogando ou quase se afogando. Mas pode ocorrer também só do fato da criança engasgar muito com a água que está tomando ou após qualquer acidente com água, como ser mergulhada na piscina. Esse tipo de apfogamento pode acontecer em adultos, mas é mais comum em crianças.

Quando água chega ate os pulmões, a criança pode ter problema de respirar. Os sintomas do afogamento secundário ocorrem entre uma e 24 horas após o incidente com a água. É importante ressaltar também que o afogamento secundário é muito raro, ocorrendo em apenas 2% dos afogamentos.

Quando água chega ate os pulmões, a criança pode ter problema de respirar. Os sintomas do afogamento secundário ocorrem entre uma e 24 horas após o incidente com a água. É importante ressaltar também que o afogamento secundário é muito raro, ocorrendo em apenas 2% dos afogamentos.