Pais “muito velhos” perdem a guarda de seu filho!

By 06/03/2018Diversos, Filhos, Mãe, Pai

 

A justiça Italiana, compreendeu que os pais são muito velhos perderam a guarda da filha  porque teriam condições de suprir as necessidades afetivas e materiais da criança, nascida em 2010, fruto de uma fecundação assistida.

O caso chegou ao fim o caso da menina italiana retirada dos pais pelo fato do casal se considerado “muito velho”. eles consideraram que o pai Luigi Deambrosis, 76 anos, e a mãe, Gabriella Carsano, 64 anos, são “incapazes de compreender quais são as necessidades afetivas e materiais da criança”Informações do Jornal Corriere Della Sera.
Na decisão da Suprema Corte a menina pode ser adotada por outra família.

A criança nasceu em 2010, a mãe Gabriella se submeteu a uma fecundação assistida heteróloga, quando o sêmen e doado por um terceiro anônimo.
Quando a mãe ainda se recuperava do parto no hospital,o Serviço Social já teria sido alertado sobre a idade avançada dos pais. Poucas semanas depois, o casal se viu denunciado por abandono de incapaz, após vizinhos flagrarem o bebê chorando, sozinho, trancado no carro da família, assim eles prederam a guarda do bebê.. Os dois foram apelidados “os pais avós”.

A menina vive com uma família adotiva desde 2013, e ela não teve mais contato com os pais biológicos.A sentença diz que Luigi é “totalmente dependente”da esposa, enquanto que Gabriela está “presa em uma bolha narcisista”.A família disse que não tem nada a comentar. Já a advogada do casal, Adriana Boscagli, disse que os pais biológicos não irão desistir da filha.

“Eles tinham a menina constantemente sob seus olhos. Ela ficou sozinha por sete minutos, o tempo de preparar uma mamadeira”, contou Adriana. “Temos certeza de que ocorreu um grave erro. Essa acusação originária teve como base, no fundo, o preconceito contra a idade de Luigi e Gabriella”.

A advogada do casal acredita que a justiça levou em conta a situação atual da menina, que há naos vive vom outra família, e isto poderia ser uma trauma, para passar por um processo de separação.
“Mas, mais cedo ou mais tarde, é preciso explicar que seus pais são outros e o porquê de ela ter sido retirada deles”, acrescenta.

Um perito psiquiátrico que acompanhou o caso, contudo, compreendeu que a menina corre perigo se voltar ao convívio dos pais biológicos, que “até hoje não admitem a gravidade do episódio e são incapazes de se autocriticar”.