Mãe mostra fotos COMOVENTES de seu bebê sem VIDA com 16 semanas! Veja:

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A mãe Justine Zampogna, de 28 anos de Perth, Austrália, compartilhou fotos emocionantes do corpo de sua bebê sem vida com 16 semanas, para ajudar a aliviar o sofrimento de outras mulheres que passaram pela mesma situação, antes de se despedir definitivamente.

Justine e seu marido Ty, precisou tomar a pior decisão de sua vida, ao descobrir que seu bebê tinha um serio problema no cérebro, que permitiria que vivesse por algumas horas após o nascimento.

O casal estão juntos desde os 16 anos, e tiverem o primeiro filho, Chase, em janeiro de 2016, e começaram a tentar o segundo em abril de 2018. Assim que recebeu o resultado positivo, Justine ficou extasiada, e não podia esperar para conhecer sua filha, que chamaria Gia ou Gigi.

A mãe Justine Conta em uma declaração emocionante como foi da descoberta da gravidez até a triste noticia de que sua filha não sobreviveria.
“Quando descobrimos que estávamos grávidos pela segunda vez, eu estava muito animada e incrivelmente grata por ser mãe novamente!”.

“Eu me sentia cansada nas 12 primeiras semanas, diferente da gestação do meu filho. Mas ao mesmo tempo estava animada porque tínhamos acabado de fazer o exame e descobrimos que estava tudo perfeito e que teríamos uma menina.”

“Lembro-me de pensar de como parecia bom de mais para ser verdade, eu estava nas nuvens.”

“Meu marido e eu amamos o nome e o significado de Gia. Significa “presente de Deus”. Chase sempre se referia a minha barriga como Gigi.”

“Fizemos o segundo exame às 14 semanas quando estávamos em viagem, e então recebi uma ligação dizendo que eu e meu marido precisaríamos ir direto ao médico. Eu sabia neste momento que algo de ruim estava acontecendo.”

“Então, no final da 14ª semana, fomos confrontados com a pior noticia o final de nossa filhinha. A bebê estava com anencefalia que é um defeito no tubo neural e o bebê só poderia permanecer vivo por algumas horas após o nascimento, isso se ela chegasse ao final da gestação.Fomos enviados a duas maternidade, e foi nos dado duas opções, seria aguardar o nascimento e criá-la no hospital ou ser encaminhada para uma clínica para fazer uma curetagem.”

“Não acredito em jeito certo ou errado, mas para mim, eu sabia que tinha que ser autêntica, e dar à luz a ela para ter o fechamento de que ela realmente precisava.”

“Dois dias antes de ser induzido o parto, eu tive que tomar uma pílula chamada Mifepristone que impedi a placenta de funcionar.”

“Aquele momento em que eu tomei a pílula foi a coisa mais difícil que eu já tive que fazer em toda a minha vida, mas fazia parte do processo do parto dela e tive que fazer isso. Foi muito difícil engolir aquela pílula quando eu sabia o que ia acontecer.

“Me preparar para o nascimento de Gigi envolveu uma força incrível. Em apenas cinco dias eu tive que aceitar que ela não estaria mais conosco. Durante a preparação do parto, eu não conseguiu encontrar nenhuma explicação que fosse real ou relacionável, era apenas científica”.

Em 27 de agosto de 2018, Justine teve o parto induzido e deu à luz a Gigi. A equipe médica deixou que ela e o marido ficassem por 6 horas com o corpinho da filha, para se despedir, antes de entregá-la.

A mãe  contou que este momento de despedida acabou fortalecendo e tornando o momento menos doloroso.

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“Eu chorei durante todo o parto, minhas lágrimas não eram de adeus, mas era a forma de aceitar que ela tinha partido. Foi muito doloroso, mas precisávamos deste fechamento. Eu senti que depois de tudo que passamos, nos merecíamos ter a nossa própria história com o nascimento dela.”

“Sua chegada não passou mais do que um dia, mas ela tocou meu coração profundamente. Isso é amor e sua forma mais pura de ser.”

“Tivemos um breve momento juntos, mas aquele momento nos uniu para a vida toda. Meu filho não conheceu a Gigi, nos dissemos a ele que ela estava nas estrelas.”

” Demorou alguns meses, para eu voltar ao normal, por que a perda de um bebê e dada ao seu tempo, “uma perda solitária”.

“Não é perda normal onde todas as pessoas tinham uma conexão com esta pessoa, onde todos podem sentir as emoções e apoiar um ao outro.”

“O que mais me chocou foi saber que muitas mulheres e homens sofrem em silêncio. Depois que eu compartilhei o primeiro post no blog, muitos me falaram que eu não podia falar sobre o bebê.

“Nós, como mães, somos os únicos que tiveram essa ligação com o nosso bebê que visualizamos toda nossa vida com eles.

“No final, em algum momento, tivemos algo, e de repente, desapareceu. Temos o direito de não sentir triste e lamentar a perda pelo tempo que precisarmos.”

“As mulheres precisam fazer o que precisam para se curar, “de nome ao seu bebê, fale sobre seu bebê e faça um trato a partir do dia em que você o gerou. Nós devemos falar sobre eles para sempre.”

“Quero que as mulheres saibam que não estão sozinhas e ver a beleza no coração partido. Seus filhos são anjos, não importa o tempo que eles tiveram sua jornada, por isso nunca sejam silenciadas”, disse a mãe Justine ao encorajar outras mães que passaram pela mesma dor que ela.

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Reprodução/Instagram Justine