Mãe faz um arco-íris com Materiais de Tratamento FIV, Bebê é Tesouro no Final do Arco-íris

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“Essa foto mostra que nunca desistimos”, diz Lesleigh Cetinguc, que sofreu dois abortos espontâneos entre a gestação dos dois filhos

A americana Lesleigh Cetinguc sofreu dois abortos espontâneos apos ter o primeiro filho, e antes do 2° filho. Por fim,seu bebê nasceu, ela decidiu comemorar essa conquista em um ensaio fotográfico super diferente, com os materiais usados em dois anos de tratamento de infertilidade.

500 embalagens de injeções e frascos de comprimidos criaram o cenário para as fotografias.

Kelley Chance foi a fotografa que juntou todos os objetos e compôs um arco-íris com os materiais da fertilização em vitro.  Nos Estados Unidos, bebês nascidos depois de abortos espontâneos, mortes fetais ou mortes neonatais são chamados de bebês arco-íris pois assim como o arco-íris é uma boa surpresa depois da tempestade, essas crianças são um presente para os pais que perderam outros filhos ou seja que passaram por grandes tempestades.

Lesleigh e o marido tinham problemas para engravidar, realizaram uma inseminação artificial e não tiveram sucesso. pouco depois, começaram o tratamento de fertilização in vitro  e  a mulher concebeu Lochlan, o primeiro filho do casal.

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Depois do nascimento de Lochlan, eles quiseram ter mais um filho, como ainda restavam dois embriões congelados do tratamento anterior iniciaram um novo tratamento de FIV, mas, desta vez não foi tão facil.

“Na nossa primeira gravidez, vimos o bebê na primeira ultrassonografia, seu coração batia forte para que nós pudéssemos ver. Mas desta vez, começamos um ciclo obscuro e vazio”disse a Lesleigh.

Alguns meses depois, uma nova gestação sem a ajuda de tratamentos, porem a alegria durou pouco. Lesleigh, de 38 anos, sofreu mais um aborto espontâneo.

A ultima esperança do casal era o ultimo embrião que sobrava então começaram uma nova fertilização in vitro e no  dia 14 de dezembro nasceu Lennon.

O ensaio fotografico foi para comemorar todo o esforço e registraro trabalho, sofrimento e esforço pelo qual passaram.

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“Essa foto mostra horas de injeções e pílulas cuidadosamente monitoradas. O que  ela não mostra são as inúmeras consultas do médico, meu abdômen ferido, nossas esperanças revividas, nossos sonhos esmagados e muitas lágrimas derramadas. Essa foto não poderia mostrar tudo. O que mostra é que nunca desistimos. Nunca paramos de lutar por você e lutamos a cada passo, recusando a possibilidade de desistirmos para sempre”, conta Lesleigh.

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