A eficácia da educação pelo exemplo

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Há diversas maneiras de criar os filhos: aos “trancos e barrancos”, de forma rígida ou “livre, leve e solta, etc. Entre todas as formas de educação a maneira mais eficaz e que acaba acontecendo naturalmente é a educação pelo exemplo. Sabe aquele frase bem bem popular: “Filho de peixe, peixinho é”, ou então aquela: “Macaco vê, macaco faz”!

As crianças são muito observadoras, perceptivas e também verdadeiras esponjinhas. Pode não parecer, mas elas absorvem tudo e compreendem tudo perfeitamente. Para ver como isso é verdade basta você lembrar do seu filho correndo para longe de você quando você o chamou para ir tomar banho, quando falou que estava na hora de dormir e que ele tinha que desligar a TV, ou ainda de quando você falou um “não” e ele fez A-Q-U-E-L-E drama!

Aliás,já perceberam como os filhos costumam imitar? Se a criança ver a mãe limpando a casa, ela vai querer pegar a vassoura e limpar também, e nem importa se é menino ou menina, ela quer fazer igual porque acha divertido. Então se nas coisas mais simples eles copiam, imagina nas grandes, ou então, naquelas coisas que nem nós gostamos em nós mesmos.

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Não quero dizer que se o pai é alcoólatra ou toxicômano o filho necessariamente vai ser. É possível que a criança, mesmo vivendo em um ambiente hostil, aprenda com outros adultos a se tornar um adulto saudável, em sua psique e sua emoção, diferente do exemplo de sua casa.

A educação pelo exemplo também é falha

Mas você sabia que a educação pelo exemplo é a mais falha. Por quê? Porque somos seres humanos, não somos computadores ou máquinas que repetimos tudo automaticamente ou no “Ctrl + C” e “Ctrl + V”.

Errar faz parte da educação dos filhos também! Como pais, é importante a admissão do erro perante os filhos. Se não assumirmos que erramos para eles estamos demonstrando que eles também não podem fracassar. Será que dessa forma eles se tornarão melhores pessoas? Será que o pódio pode ser alcançado sem nunca ter falhado?

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Se demonstrarmos para eles que falimos, que perdemos, que exageramos, mas continuamos tentando, lutando, melhorando; não os tornaria mais humanos? Mais coerente com a realidade? Será que dessa forma mereceríamos o pódio? Após tantos percalços enfim uma conquista!

Karin Petermann

Author Karin Petermann

Sou mãe de duas crianças lindas, o Cauê com 7 anos e a Catarina de 2 anos de idade. Sou blogueira há 7 anos e escrevo porque acredito que a maternidade quando compartilhada se torna mais leve e divertida.

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