Como prevenir os filhos das influencias dos jogos mortais

By 08/05/2017Filhos

Cada dia que passa mais pessoas comentam à respeito do jogo Baleia Azul, que teve repercussão nacional, na influência de jovens adolescentes. Uma breve busca no Google sobre o assunto e milhares resultados surgem. A mídia televisiva também está noticiando e informando aos pais como identificar se os seus filhos estão participando ou não desses jogos. Infelizmente, Baleia Azul não é o único jogo nesse estilo, existem outros e não devem ser tratados como algo superficial.

A pergunta que voltou fortemente na perspectiva dessa temática é: Aonde estão as famílias? A adolescência é um período crítico e é crucial a presença ativa dos pais na vida deles. Na falta da presença da família e da união da mesma, esses jovens estão sendo influenciados por jogos e más companhias.

Quero compartilhar alguns pontos fundamentais para que em seus lares seus filhos possam se sentir protegidos emocionalmente à ponto de não serem influenciados por jogos ou más companhia.

  1. Diálogo: A melhor forma de prevenir qualquer situação é manter uma relação de comunicação aberta com os adolescentes. Se interessar de verdade vida deles. Estabelecer uma rotina de conversa desde a infância é importante. Se você não houve isso quando eram menores, quem sabe você se envolva com programa de acordo com a idade dos seus filhos como ir ao cinema ou um restaurante que ele goste. Algo que estreite o relacionamento entre vocês dois. Cada filho é diferente e assim devem ser tratados.
  2. Internet: Eles são seres cibernéticos. Não que você vá fiscalizar a toda hora o que ele está vendo. Porém, se você tiver um diálogo aberto com seu filho ficará muito mais fácil se aproximar dele e saber o que gosta de assistir, jogar e até mesmo conversar. Estar atento ao que ele busca e navega. Eles estão ficando cada vez mais inteligentes, até mesmo para burlar o histórico. Honestidade entre vocês, esse é um pilar a ser construído.
  3. Perguntar antes de repreender: nós pais temos a mania de já chamar a atenção deles quando percebemos algo que não está do nosso jeito. Na verdade, eles vão encontrar o seu próprio jeito de fazer as coisas e nem sempre será da maneira que acreditamos a mais certa. Conversar através de perguntas pode ser uma maneira de iniciar um diálogo, sem forçar a barra. Seu filho vai perceber que você está realmente interessado na vida dele e não está perguntando à eles como se fosse um policial investigativo.
  4. Amizades: Conhecer seus amigos e convidá-los para fazer atividades extras na sua casa. Saber quem seus filhos procuram quando estão tristes e se sentindo inferiorizados ou com medo. Não faça de conta que seu filho não tem esses momentos, por que na verdade eles existem. E quanto mais próxima você estiver dele, mais seguro ele vai se sentir para desabafar com a pessoa certa.

Não trate esse assunto com superficialidade, como se o seu filho fosse alguém que não tem nada para fazer e fica só vendo essas coisas. Se ele está se deixando influenciar pelas coisas erradas ou está fazendo coisas para chamar a sua atenção (sejam notas baixas ou aprontando na escola). Dê a ele o que precisa, ofereça a ele a sua atenção. Ele é seu filho, tenho certeza que é uma das pessoas mais importantes da sua vida. Por isso esteja presente, de corpo e mente quando conversar com eles.

Karin Petermann

Author Karin Petermann

Sou mãe de duas crianças lindas, o Cauê com 7 anos e a Catarina de 2 anos de idade. Sou blogueira há 7 anos e escrevo porque acredito que a maternidade quando compartilhada se torna mais leve e divertida.

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