Bebê MORRE após nascer PORQUE o deixaram por 45 MINUTOS dentro do saco amniótico

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A mãe do bebê agora está processando o local por falta de cuidado e descaso.

Sinetra Johnson descobriu que estava grávida, dois dias antes de ir à prisão por violação de condicional.

A medida que a barriga crescia ela viu a realidade, “como eu poderia estar atrás das grávida de dois bebês”, disse a mãe.
Enquanto ela cumpria a pena de mais de dois, um golpe devastador atingiu sua vida, a perda de um de seus gêmeos, que se afogou em um banheiro, depois dos guardas se recusarem a lhe ajudar, contou Johnson.

A tragédia aconteceu em 2012 dentro da Instituição Prisional Camille Griffin Graham em Columbia, nos Estados Unidos, um instituição para mulheres.

Mas com cerca de 26 semanas de gravidez, Johnson acordou com dor intensa e correu para o posto médico da prisão, disse ela.

“Eu sabia que algo estava errado”, disse Johnson. “Não foi a sensação normal que tive durante as 25 semanas anteriores.”

Um enfermeira verificou os sinais vitais da gestante e disse que ela poderia voltar ao trabalho. Ela não foi submetida a exame de toque ou levada a um ginecologista, de acordo com o processo aberto em um tribunal do Condado de Richland.

Johnson, vou ao trabalho na fábrica de roupas na cadeia. Horas depois, ela retornou ao posto médico, mas novamente foi mandada embora. Parecia que seus ligamentos estavam se alongando.

Às 23h15, a mãe saiu com uma forte dor, gritando os guardas e entrou direto no banheiro.”Eu não tinha certeza…que era trabalho de parto porque era meu primeiro filho”, disse Johnson.

Ela se sentou em um banheiro da prisão comunitária, e sentiu algo sair dela.”Eu tive meu primeiro filho dentro do banheiro lá no SCDC no dormitório”, disse Johnson.

A menina, Karmin Elisha Geter, nasceu completamente formada, mas ainda esta dentro do saco amniótico no dia 11 de outubro de 2012.

Outras presas pediram ajuda aos guardas, mas nenhuma veio. Então as presas pegaram uma cadeira de rodas, e levaram Johnson, e a levaram para o posto médico, enquanto ela seguia em trabalho de parto do segundo gêmeo.

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Algumas presas tentaram salvar a pequena Karimn, mas os guardas ordenaram que ninguém se aproximasse do bebê, que estava sufocando dentro do saco amniótico. Karmin foi deixada no banheiro por 45 minutos após seu nascimento traumático, quando agentes penitenciários a colocaram dentro de um saco, nenhum médico examinou a criança, atpe que chegou o legista, de acordo com o processo.

Mas tarde Johnson, deu à luz a seu segundo filho, ainda na ambulância. A chegar ao hospital o bebê foi levado às pressas para a unidade de tratamento intensivo neonatal do hospital.
Cinco horas depois, Johnson, estava de volta na sua cama do dormitório da cadeia. A pequena Kamin morreu afogada, de acordo com o processo.

Embora ela tenha sido depois transferida para outra unidade, Johnson disse que as semanas que se seguiram ao nascimento de seu filho e a morte de sua filha foram devastadoras, disse a mãe em entrevista ao portal The State.

Eu ainda deveria estar grávida”, disse ela.

Um autópsia conclui que Karmin poderia ter sobrevivido se o saco tivesse sido rompido manualmente. O outro bebê saiu da UTI três meses depois, um menino feliz e saudável.

“No começo, foi muito difícil”, disse Johnson em setembro, quase seis anos depois da morte de sua filha. “Eu não podia entrar em lojas de roupas. Eu evitaria a seção da menina todos juntos. Eu via pessoas com gêmeos e eu apenas … desmoronava. Eu fiquei com raiva por dentro. Braba comigo mesmo. Irritado com a situação. Na maneira como as coisas aconteceram.

Sinetra foi solta em 2014 e agora está processando a prisão pela morte de sua filha. O julgamento começa em agosto deste ano.

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Foto: Reprodução Arquivo Pessoa