Bebê de 1 ano é mordido no rosto e nas costas em uma creche de SP

 

A mãe do bebê e os avós do bebê fizeram BO, contando que ele foi mordido varias vezes no rosto e nas costas, a diretora da escola diz desconhecer o fato, já a Secretaria de Educação afirma que foi um caso isolado.

Segundo o BO, a mãe Najara Caterine da Silva Fonseca ao buscar seu filho Benjamin, de apenas um ano e mio, na creche Professora Judith Vivona de Campos, na tarde de quarta-feira (25), notou as marcas no corpo do bebê e estavam sangrando.

A mãe foi perguntar a diretora da escola pra entender o que havia ocorrido, mas ela disse que não sabia nada do que tinha acontecido.

“Ela [a diretora] deveria ter ligado para a minha filha no momento que soube que o tinha acontecido. E ela nem avisou quando a minha filha foi buscar o Benjamin. Foi minha filha que viu e questionou a diretora e ela não soube explicar”, contou a avó da criança, Rosely Aparecida da Silva.

A mãe conta que a bebê tinha cerca de 10 marcas no corpo e as feridas são profundas. A criança passou por exame de corpo de delito.

Na sexta-feira (27) Roseli voltou na creche, pra falar a diretora mas ela não estava na creche, ela contou que as crianças não estão mais tomando banho na creche.

No sábado (28), o avô da criança, Marco Aurélio da Silva, e Najara fizeram um novo boletim de ocorrência desta vez por ameaças.
Segundo Silva, quando a filha foi buscar o bebê na creche, foi abordada por uma monitora que disse que as postagens feitas pela família sobre o caso no Facebook estavam constrangendo os funcionários da creche e que se ela não confiava no trabalho deles, deveria tirar a criança da creche.

A mãe contou a portal G1 que o filho Benjamin começou a ir à creche em fevereiro deste ano, mas que agora não voltará mais lá.
“A gente tinha dado um voto de confiança, mas depois do que aconteceu ontem (sexta), ele não vai mais. O caso em relação àquela creche está encerrado, perdeu a credibilidade”, afirmou.

A secretaria Municipal de Educação divulgou uma nota no facebook, que este caso foi isolada e que não condiz com a realidade das unidades escolares e já foram tomadas as medidas cabíveis.
“A Secretaria de Educação tem a certeza de que todos os servidores trabalham com muito empenho e dedicação a fim de zelar pela integridade de todos os alunos”, dizia a nota.

Segundo a declaração da Secretaria de Educação, a direção da creche e a equipe pedagógica da Secretaria conversaram com as famílias “para explicar os fatos ocorridos, os quais foram perfeitamente compreendidos pelos pais”.

O G1 tentou entrar em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura de Leme para confirmar as informações da postagem, mas não conseguiu contato.